A boiserie voltou a ganhar espaço nos projetos atuais, não apenas como um detalhe decorativo, mas como um recurso capaz de modificar por completo a percepção das paredes. Hoje, o elemento aparece renovado, com linhas discretas e composições modernas que dialogam com diferentes estilos de decoração.
Essa releitura ganhou espaço especialmente pela busca por ambientes mais acolhedores, visualmente leves e ricos em textura. À frente do escritório Spaço Interior, a arquiteta Ana Rozenblit observa essa transformação da boiserie. “Ela perdeu o ar rebuscado e ganhou um traço mais leve, geométrico e minimalista. Isso abriu espaço para sua presença em praticamente qualquer estilo decorativo”, comenta.
Abaixo, a profissional traz 5 motivos para incluir a boiserie na decoração. Confira!
As versões atuais abandonaram os traços arabescos e relevos pesados, abrindo espaço para linhas finas e composições geométricas leves que ajudam a equilibrar o visual. “Esse desenho minimalista permite aplicar a boiserie até em ambientes compactos, sem sobrecarregar”, explica Ana Rozenblit, enfatizando que ela não precisa, necessariamente, ser o centro das atenções, já que uma de suas funções é ofertar relevos e formas em paredes antes cruas.
Nos projetos atuais, o branco não é mais regra e a arquiteta enumera uma pluralidade de cores como o nude, cinza, fendi, verde oliva, azul-petróleo e preto, entre outras possibilidades. Pintar molduras e paredes no mesmo tom reforça a ideia de unidade e cria um efeito monocromático bastante sofisticado.
Com sua herança clássica, a boiserie entra no projeto de interiores como um elemento que dialoga com estilos mais recentes combinados com outros itens de época.
Seguindo a monocromia, o elemento se destaca por si só. Mas Ana Rozenblit afirma que a boiserie também pode prevalecer com suas linhas marcantes pintadas com outra cor. “Sem contar que conquistamos profundidade ao ambiente”, complementa.
Luzes lineares, arandelas, espelhos, painéis de TV, papel de parede e composições de quadros ampliam as possibilidades e valorizam ainda mais a linguagem das molduras.
Um dos fatores decisivos para o sucesso está na escolha do material. Entre as opções disponíveis, a profissional argumenta como cada um se destaca:
A proporção também merece atenção. “Quanto menor o ambiente, mais finas devem ser as molduras. Em áreas amplas, podemos trabalhar com módulos maiores e composições mais imponentes”, recomenda.
Para quem busca um resultado elegante, Ana Rozenblit sugere apostar no efeito monocromático com a moldura e parede na mesma cor, pois o conceito suaviza o volume das peças e concebe continuidade visual. A iluminação é outra aliada importante e pode ser realizada por meio de arandelas, fitas de LED ou luzes lineares que ajudam a revelar a profundidade das molduras e a destacar pontos focais.
Por Henrique Araújo
Fonte: Portal EdiCase
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