O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lança nesta terça-feira, 22, em São Paulo, dois editais de seleção pública no valor de R$ 100 milhões, que apoiam parceiros do BNDES Periferias Fortes. Serão destinados um orçamento de R$ 50 milhões para o BNDES Periferias Verdes, que visa a fortalecer e apoiar projetos ambientais com foco na inclusão produtiva por meio de ações de economia circular, agricultura urbana e resiliência climática.
Outros R$ 50 milhões serão destinados a projetos das frentes Polos BNDES Periferias e BNDES Periferias Empreendedoras. Estes editais fazem parte da terceira chamada de instituições selecionadas. O porcentual de contrapartida para entidades nas chamadas agora é de 10% ante 50%. Anteriormente as instituições entravam com 50% e o BNDES com outros 50%. De agora em diante, para projetos até R$ 5 milhões, as instituições entram com 10% e o banco com 90%. Para projetos com acima de R$ 5 milhões, permanecem as regras antigas.
Ainda, com dois editais de R$ 17,5 milhões cada, a frente BNDES Periferias Fortes abre seleção de parceiros executores para fortalecer organizações sociais que atuam em periferias do Norte e Nordeste. Participam dos lançamentos o secretário nacional de Periferias do Ministério das Cidades, Guilherme Simões, e a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello. Estava prevista a presença do presidente do banco de fomento, Aloisio Mercadante, mas o banqueiro teve que ir à Brasília, a chamado do presidente Lula, onde cumprirá algumas agendas.
Em material promocional distribuído pelo BNDES, uma aspa de Mercadante diz que “combater a pobreza e a desigualdade é uma das principais metas do governo do presidente Lula e o BNDES, como banco de desenvolvimento, desempenha importante papel na criação de oportunidades de capacitação, fomento ao empreendedorismo e geração de emprego e renda para as populações das favelas e comunidades periféricas do Brasil”.
“As ações são fruto do nosso processo de amadurecimento e aprendizado com a Iniciativa BNDES Periferias e da escuta ativa de organizações periféricas. Estamos ampliando e dando mais impacto ao programa, para chegar cada mais vez mais perto das periferias brasileiras, principalmente nas regiões mais necessitadas”, ressaltou Tereza Campello.
Por: Estadão Conteúdo
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