A Bienal do Livro Rio 2025 acontece até o dia 22 de junho, no Riocentro, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Além de experiências imersivas, o evento traz as maiores editoras do país, apresentando seus lançamentos e trazendo mais de 300 autores nacionais e internacionais. Em conjunto, esta edição acontece no ano em que a cidade carioca é consagrada como “Capital Mundial do Livro” pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura).
O quarto maior evento do Rio de Janeiro — atrás somente do Réveillon, do Carnaval e do Rock in Rio — mobiliza diferentes gerações em torno da leitura, reunindo famílias, estudantes, autores e apaixonados por livros em um mesmo espaço de descoberta e troca cultural.
A Bienal do Livro reforça que o livro impresso ainda tem um papel de destaque na vida das pessoas, despertando emoções e construindo conexões. Ao mesmo tempo, mostra que o impresso e o digital não são rivais, mas podem caminhar juntos, oferecendo experiências complementares que fortalecem o hábito da leitura.
Segundo o estudo “Panorama do Consumo de Livros” da Câmara Brasileira do Livro (CBL), realizado entre 14 e 20 de outubro de 2024 pela Nielsen BookData, 56% dos leitores compraram apenas livros físicos nos últimos 12 meses, enquanto 14% adquiriram apenas digitais. Outros 30% compraram tanto impressos quanto digitais.
Apesar das diferenças entre o impresso e o digital — seja na forma de acesso, no ritmo de leitura ou na experiência sensorial —, os dois formatos podem caminhar em harmonia. Enquanto um oferece uma relação mais tátil e íntima com o conteúdo, o outro amplia o alcance, facilita o acesso e permite novas formas de interação. Juntos, eles se complementam e tornam a leitura mais democrática.
“Nestes mais de 30 anos de mercado editorial, estive em pelo menos 10 Bienais do Livro no Rio de Janeiro, e em várias delas percebia um mercado reduzido e letárgico, sem saber ainda como lidar com a chegada do digital”, conta Joaquim Carqueijó, CEO e publisher da EdiCase Publicações.
Segundo ele, nas últimas edições da Bienal do Livro, esse cenário mudou: “Além do impresso ter recuperado a autoestima e a importância, o mercado livreiro entendeu as oportunidades que o digital trouxe, com a multiplicação das plataformas de distribuição de e-books, audiobooks e revistas digitais, o que possibilitou aos produtos editoriais chegarem a locais e pessoas antes inacessíveis”, afirma.
Para este ano, inclusive, a Bienal do Livro Rio registrou um aumento significativo na metragem ocupada por editoras, refletindo o fortalecimento do setor editorial. Ao todo, 17 casas ampliaram seus estandes em mais de 50m², evidenciando não apenas o interesse renovado pelo formato físico, mas também a confiança das editoras na importância de marcar presença no evento.
Fonte: Portal EdiCase
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