O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse que a autarquia deve lançar medidas de segurança voltadas a coibir o uso de contas-laranja no Sistema Financeiro Nacional (SFN) ao longo deste ano. Elas não fazem parte do conjunto de ações lançadas nesta sexta-feira, 5, explicou ele, durante entrevista coletiva sobre o tema.
“A gente pretende também endereçar medidas que são relacionadas a isso, que vão estar entre essas novas medidas que a gente pretende, inclusive, fazer ao longo desse ano”, disse Galípolo.
Também presente na entrevista coletiva, o diretor de Regulação, Gilneu Vivan, explicou que há um desafio de tipificar adequadamente esse tipo de conta.
Galípolo acrescentou que o SFN está completamente hígido, e que não há riscos à sua estabilidade. Ele destacou que nenhuma ação será uma “panaceia” contra os ataques do crime organizado, e que é necessário ter um trabalho contínuo.
Indagado, o banqueiro central afirmou que devem ser tomadas ações para melhorar as condições de trabalho do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), subordinado ao BC e responsável por combater a lavagem de dinheiro e o terrorismo.
Ele explicou que a autonomia orçamentária e financeira do BC poderia garantir mais condições ao órgão.
Sobre a Lei Magnitsky, Galípolo disse que o trabalho do BC é observar seus impactos.
Por: Estadão Conteúdo
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