A derrota do Real Madrid para o Valencia no sábado, no Santiago Bernabéu, pelo Campeonato Espanhol, foi um duro golpe para o trabalho de Carlo Ancelotti. Atual campeão da Liga dos Campeões, o treinador italiano vem de uma série de resultados em que a equipe madrilenha não entregou tudo que se esperava dela. Além disso, terá sequência decisiva nas próximas semanas e que ditarão a continuidade de seu trabalho à frente do clube merengue.
De acordo com o jornal espanhol As, o treinador começa a “balançar” no cargo após o revés por 2 a 1 na última rodada. Foi a primeira vez, desde 2008, que o Valencia saiu do Santiago Bernabéu com um triunfo. “O italiano dá sintomas claros de desgaste e joga pela seu cargo na Liga dos Campeões e na Copa do Rei”, escreveu o jornal.
O Real Madrid inicia nesta semana o duelo pelas quartas de final da Liga dos Campeões, diante do Arsenal, fora de casa, em Londres. Já a decisão da Copa do Rei, diante do Barcelona, no dia 26 de abril, pode pesar ainda mais sobre o futuro do seu trabalho à frente do clube merengue.
Três pontos explicam o descontentamento com Ancelotti à frente do Real Madrid: escalação, substituições e “decisões estratégicas” durante a partida. O As aponta, principalmente, a opção por não recorrer a Endrick, que “está perdendo seu sorriso” na equipe titular ou entrando em campo como reserva. O atacante é o artilheiro da Copa do Rei, ao lado de Julián Alvarez – já eliminado com o Atlético de Madrid -, mas não tem ganhado as mesmas oportunidades no Espanhol.
Outra decisão criticada se deu pela escolha de Vinícius Júnior para bater o pênalti contra o Valencia – a cobrança foi desperdiçada. Para a imprensa espanhola, Kylian Mbappé deveria ser responsável pela cobrança, já que briga pela artilharia do Campeonato Espanhol e não costuma desperdiçá-las – destaque para a final da Copa do Mundo de 2022, em que converteu três pênaltis ao longo do jogo.
Ancelotti tem contrato com o Real Madrid até junho de 2026. Ou seja, continuaria no clube para a próxima temporada. Nesse meio tempo, surge novamente o interesse da seleção brasileira, que tem o comandante italiano como uma de suas prioridades para assumir o cargo vago após a saída de Dorival Júnior.
Em 2023, Ednaldo Rodrigues, presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), chegou a afirmar que havia chegado a um acerto para que o treinador assumisse o comando técnico a partir da Copa América de 2024. No entanto, em nenhum momento Ancelotti confirmou, publicamente, o acerto verbal com a entidade e discutia uma renovação com o Real. Mesmo assim, a reportagem do Estadão apurou, à época, que a CBF tinha “garantias” de que o treinador cumpriria esse acordo.
Ele renovou o contrato com o Real Madrid em dezembro de 2023, o que forçou a CBF a buscar Dorival Júnior para o comando técnico. Além dele, o português Jorge Jesus, que também vive crise no Al-Hilal, é um dos nomes buscados para assumir o cargo ainda neste ano. Ednaldo Rodrigues afirmou, na última semana, que o nome do novo treinador será anunciado antes das próximas partidas das Eliminatórias da Copa do Mundo, em junho.
Por: Estadão Conteúdo
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