O advogado José Luís Mendes de Oliveira Lima, que representa o ex-ministro da Defesa e da Casa Civil Walter Braga Netto, alegou nesta quarta-feira, 3, cerceamento da defesa em dois pontos do processo que pode levar à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro: na análise de 70 Terabytes de documentos sem tempo minimamente razoável; e na impossibilidade de gravação da acareação entre o ex-ministro – atualmente preso – e o delator, tenente-coronel Mauro Cid.
Lima, que é conhecido como Juca, afirmou em sua sustentação oral no julgamento sobre a tentativa de golpe que o direito à defesa não pode sofrer máculas e que a defesa de Braga Netto não teve exercício pleno. O advogado argumentou que teve acesso às provas dois dias antes da instrução e criticou o que chamou de “despejo” do processo, pela Polícia Federal, que a defesa “não teria como olhar”. Nessa seara, citou um laudo pericial que indicaria que, só para a abertura de todos documentos, levaria 30 dias.
Já com relação à negativa de gravação da acareação, Juca citou como a publicidade do processo foi exaltada pelo ministro Alexandre de Moraes no início do julgamento nesta terça, 2, e questionou: “Todos atos foram públicos e gravados, porque acareação não foi? Qual o fundamento legal para não gravar? Não existe”.
Por: Estadão Conteúdo
A Prova Nacional Docente 2026 acontece neste domingo em todo o Brasil. Confira horários, o…
Estudo da USP aponta que apostas online reduziram o consumo e causaram perda de até…
O Grupo Divina Luz, com pesar, comunica o falecimento de Maria Dionisia Dias de Carvalho,…
O Grupo Divina Luz, com pesar, comunica o falecimento de Wilker Alves dos Santos, ocorrido…
Goianesiense morre durante acidente na Go-080 entre Jaraguá e Goianésia: Um homem de 41 anos…
Candidatos do Revalida 2026 têm até dia 19 de setembro para enviar diploma médico e…
This website uses cookies.