Três confrontos diretos seguidos no Brasileirão, apenas três pontos somados e falhas defensivas desanimadoras. O Palmeiras vem sofrendo com a maratona de jogos na temporada e Abel Ferreira, sereno após o segundo revés consecutivo no Nacional, após 2 a 1 na casa do Cruzeiro – vinha de 2 a 0 do Flamengo -, admitiu que precisa corrigir as jogada aéreas defensivas e a eficácia no ataque, além de revelar temor com a concorrência mais “fresca.”
Agora, com o jogo diante do Juventude adiado, serão duas semanas até a estreia diante do Porto, no Mundial de Clubes dos Estados unidos. Essa pausa será dos sonhos para Abel Ferreira. Depois de sequência exaustiva de partidas, ele terá o tão sonhado tempo para treinos de olho na competição internacional e também para o retorno do Brasileirão, daqui pouco mais de 45 dias.
E a derrota diante do Cruzeiro mostrou um dos alvos de sua atenção: a defesa. “Devíamos ser mais ofensivos na abordagem aérea, contamos com jogadores altos e temos de atacar a bola. Acho que temos de melhorar em boa parada. Não podemos levar 2 gol em 3 minutos”, afirmou o treinador, que elogiou o clube mineiro sem menosprezar seus comandados.
“O Cruzeiro foi competitivo, extremamente agressivo e hoje foi melhor, não tem nada a dizer. Essa é a vantagem de ter equipe fresca e inteira”, avaliou, lamentando a reação tardia do Palmeiras. “(Foi uma) Segunda parte toda nossa, mas deveríamos ter entrado mais cedo no jogo. No arremate do Maurício ou no de Emiliano na risca da área. Nosso gol veio tarde, contra um adversário que vem de dois, três anos se reforçando e vai ter uma vantagem extra e grande podendo descansar”, disse, avaliando a briga pelo título do Nacional, no qual o Flamengo lidera, mas também está em três competições.
“Muito difícil dar resposta quando sofre dois gols como levamos. Pena o nosso primeiro não surgir mais cedo. Mas tivemos 14 escanteios contra 5, isso mostra que conseguimos chegar. Óbvio, adversário os bloqueou, entrou forte e com extrema eficácia. E com apenas duas competições, Cruzeiro e (Red Bull) Bragantino terão uma vantagem grande, estarão frescos. Mas vamos andar junto até o fim e lutar.”
O treinador evitou falar sobre a arbitragem, apesar de esbravejar bastante em campo e reclamar de uma possível irregularidade no segundo gol, e condenou a presença de um cinegrafista “em cima do banco do Palmeiras”, em sua saída do gramado. Abel deu um empurrão para se desvencilhar do profissional.
“Parecem que querem estar dentro do meu bolso, no banco. Sabem que vou direto para o vestiário e se não me dão licença, que pelo menos saiam do meu caminho para eu não precisar desviar”, disparou. Não contente, ainda indagou. “Não é a primeira, a segunda ou a terceira vez que acontece e não sei o porquê. Mas ele não tem de estar ali, tem de ficar no seu lugar certo.”
Por: Estadão Conteúdo
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