ABDE elege ex-Caixa Maria Fernanda Coelho, hoje no BNDES, como nova presidente


A ex-presidente da Caixa Econômica Maria Fernanda Coelho será a nova presidente da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE). Coelho é Diretora de Crédito Digital para Macro, Pequenas e Médias Empresas do BNDES desde junho de 2024. A escolha para a executiva assumir a ABDE foi feita nesta quarta-feira, 7, em eleição por associados das 34 instituições que compõem a entidade, que representa bancos públicos e agências de fomento.

Coelho presidiu a Caixa entre 2006 e 2011. O novo corpo diretivo eleito hoje vai representar a ABDE até 2027. A expectativa é que a nova presidente tome posse nos próximos dias, assim como os dois vice-presidentes e nove diretores eleitos.

“A ABDE inclui os bancos públicos de desenvolvimento, bancos estaduais, agências de fomento, Finep e Sebrae, que representam mais de 45% do crédito no Brasil, em um mercado de mais de R$ 6 trilhões. É importante que as instituições financeiras estejam alinhadas para cumprir a missão de ampliar o desenvolvimento sustentável do Brasil, fortalecendo os principais setores da nossa economia e gerando empregos de qualidade”, afirmou Coelho em nota divulgada pela ABDE.

Atualmente, a ABDE é presidida por Celso Pansera, que também lidera a Finep. Segundo a entidade, Pansera apoiou a candidatura de Maria Fernanda Coelho. “Maria Fernanda Coelho já foi presidente de um dos maiores bancos do país. Tenho certeza de que a ABDE seguirá como protagonista para ampliar o desenvolvimento do Brasil durante sua gestão”, disse Pansera.

A eleição também mudou a composição dos cargos de diretoria da ABDE. O primeiro vice-presidente será Euler Mathias, diretor de Governo do Banco do Brasil. O segundo vice-presidente seguirá sendo Heraldo Neves, diretor administrativo do BRDE. Os diretores eleitos foram: Alexandre Barbosa, do Sicredi; Cláudio Stábile, da Fomento Paraná; Cledir Magri, da Cresol; Jean Benevides, da Caixa; José Aldemir Freire, do Banco do Nordeste; Marcelo Saintive, do Bandes; Mária Maia, da AGN; Marcos Vinícius de Castro, da AFEAM; e Roberto Batista, do Banco da Amazônia.

Como tem mostrado o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), entre as pautas que mobilizam a ABDE atualmente estão tentativas de ajustes em regras definidas pelo Banco Central que, na prática, ampliariam a oferta de crédito para a indústria e municípios. Uma das demandas é pelo aumento do teto de emissões das Letras de Crédito de Desenvolvimento (LCD), novo título de renda fixa regulamentado no ano passado.



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Estadão

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