Jovem de 24 anos é executado a tiros após invasão domiciliar em Anápolis

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A Polícia Civil de Goiás iniciou as investigações para esclarecer o assassinato de Guilherme Francisco Braga da Rocha, de 24 anos, ocorrido na madrugada desta segunda-feira (14). O crime foi registrado no Bairro de Lourdes, na região Leste de Anápolis, e chocou os moradores pela brutalidade da execução, realizada na presença da família da vítima.

O episódio aconteceu por volta de 01h, na Avenida Araguaia. Segundo informações preliminares, o autor do crime acessou o imóvel após pular o muro e arrombar a porta da sala. Para ter acesso ao interior da residência, o suspeito teria se identificado falsamente como policial, utilizando a luz de um aparelho celular para localizar o quarto onde o jovem dormia com a esposa e o filho.

Dinâmica da invasão e ação criminosa

Após localizar o cômodo, o invasor efetuou diversos disparos de arma de fogo contra Guilherme Francisco Braga da Rocha. Em um momento de desespero e tentativa de proteção, a esposa da vítima abrigou a criança em um dos cantos do quarto, buscando resguardar a vida do filho diante da violência da ação. Relatos indicam que, antes de empreender fuga, o criminoso ainda teria efetuado disparos em direção ao quarto onde o pai da vítima dormia.

Após a saída do autor, a esposa da vítima acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Ao chegarem ao local, as equipes de socorro apenas puderam constatar o óbito do jovem. Devido ao estado de choque e à baixa luminosidade no momento da invasão, a testemunha não conseguiu fornecer características físicas detalhadas do suspeito, dificultando a identificação imediata de possíveis cúmplices ou do autor dos disparos.

Trabalho pericial e investigação policial

A Polícia Científica esteve no local para realizar a perícia técnica e o recolhimento do corpo, que foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). O caso está sob a responsabilidade do Grupo de Investigações de Homicídios (GIH) da Polícia Civil, que busca agora determinar a motivação para o crime. Até o momento, não há informações sobre a autoria ou a existência de desavenças anteriores que pudessem ter motivado o homicídio.

A investigação segue em sigilo para não comprometer as diligências em curso. A polícia trabalha com diversas linhas de apuração, incluindo a análise de possíveis câmeras de segurança na região da Avenida Araguaia, que possam ter registrado a movimentação do autor antes ou depois do crime. Informações adicionais sobre o andamento do caso podem ser acompanhadas através dos canais oficiais da Polícia Civil de Goiás.

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