7ª edição de concurso de redação em Goianésia mobiliza 120 alunos e debate violência contra a mulher

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Imagem: divulgação/TV Meganésia

A cidade de Goianésia recebeu, nesta quinta-feira, 29, a 7ª edição do Concurso de Redação Violência contra a Mulher e a Lei Maria da Penha, iniciativa que envolve alunos da Rede Municipal e Estadual de Educação. No total, 120 estudantes do 4º ano do ensino fundamental e do 2º ano do ensino médio participaram da etapa final, realizada na Universidade Estadual de Goiás (UEG).

A organizadora do projeto, delegada Poliana Bergamo, destacou as novidades deste ano, como as parcerias com a Câmara Municipal, por meio da Procuradoria da Mulher, e a realização de palestras educativas nas escolas. “Também tivemos a apresentação da peça teatral As Marias do Brasil, que alcançou mais de 1.200 crianças e adolescentes. A arte tem esse poder de tocar o coração e motivar mudanças”, afirmou.

Os alunos do 4º ano confeccionaram cartas com mensagens sobre o tema, enquanto os do ensino médio produziram redações dissertativas, como forma de preparação para vestibulares e para o Enem. A premiação será entregue no dia 25 de novembro, na Câmara Municipal de Goianésia, data que marca o Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher.

Para a delegada Poliana, o concurso se fortalece a cada edição. “Começamos pequeno e, hoje, contamos com apoio da Secretaria Municipal de Educação, da Subsecretaria Regional de Educação, além do Poder Judiciário e Ministério Público, que contribuem com premiação e estrutura. É uma união de esforços que garante o sucesso do projeto”, explicou.

Durante eventos realizados em ambiente escolar, alusivo ao concurso, alunos e professores compartilharam relatos emocionantes de experiências pessoais ligadas à violência doméstica. Segundo Poliana, esse espaço de diálogo é fundamental para fortalecer a rede de proteção. “Nosso slogan é educar e conscientizar para prevenir, e não punir. Acreditamos que, pela educação, podemos transformar a sociedade e alcançar igualdade entre homens e mulheres”, ressaltou.

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