O Dia Mundial da Saúde Mental, celebrado em 10 de outubro, destaca a importância de práticas constantes voltadas ao equilíbrio emocional. Segundo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), publicado em junho de 2022, mais de 1 bilhão de pessoas convivem com transtornos mentais no mundo. Depressão, ansiedade e condições relacionadas ao estresse estão entre as mais frequentes.
No Brasil, o cenário reflete o aumento na demanda por acompanhamento psicológico, sobretudo após a pandemia da covid-19. A psicóloga Alessandra Petraglia de Freitas explica que o cuidado com a saúde mental não depende de episódios extremos. “A atenção precisa ser contínua. Relações, rotina e o corpo oferecem sinais quando algo precisa mudar”, comenta.
A seguir, confira 5 caminhos simples para cuidar da saúde mental!
Padrões de sono consistentes contribuem para a regulação emocional e funcionamento cognitivo. Dormir e acordar em horários semelhantes, manter um ambiente escuro e silencioso, e evitar estímulos fortes no período noturno favorecem esse processo.
Movimentos corporais produzem efeitos positivos sobre o humor e reduzem níveis de cortisol. Caminhadas leves, práticas de respiração ativa, alongamentos e exercícios moderados, realizados ao menos três vezes por semana, impactam de forma positiva o estado emocional.
O uso prolongado de redes sociais está associado ao aumento de sintomas como ansiedade e baixa autoestima. Estabelecer limites de tempo, evitar uso logo ao despertar ou antes de dormir e diversificar fontes de informação ajudam a preservar o foco e o bem-estar.
Conexões humanas baseadas em escuta, apoio e confiança estão entre os fatores que protegem a saúde mental. Participar de grupos presenciais, manter conversas frequentes com pessoas próximas e oferecer apoio em redes de convivência fortalecem a sensação de pertencimento.
Alterações no sono, cansaço constante, desinteresse por atividades habituais, irritabilidade e dificuldade de concentração podem indicar sobrecarga emocional. Reconhecer esses sinais facilita a busca por apoio antes que o quadro se agrave.
Alessandra Petraglia de Freitas reforça que o acompanhamento profissional pode evitar o agravamento de sintomas. “Buscar apoio clínico não define o grau do problema, mas indica cuidado com a própria história”, afirma.
Em caso de sintomas persistentes, como tristeza intensa, isolamento social, insônia contínua ou pensamentos negativos recorrentes, recomenda-se avaliação com psicólogo ou psiquiatra. O diagnóstico adequado permite acesso a intervenções baseadas em evidências, com acompanhamento contínuo.
Por Fernanda Pereira
Fonte: Portal EdiCase
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