Muito mais do que um simples ingrediente, a mandioca — também chamada de aipim em algumas regiões e de macaxeira em outras — é parte fundamental da cultura alimentar brasileira e aparece em mesas de norte a sul do país. Presente no tacacá amazônico, no escondidinho nordestino, na farofa que acompanha o churrasco, na vaca atolada e até no bolo, esse tubérculo se destaca pela versatilidade e pelo sabor.
Inclusive, esse alimento vai além do papel de acompanhar pratos típicos e pode surpreender pelo que oferece ao organismo. A seguir, confira 5 benefícios da mandioca para a saúde!
A mandioca é rica em potássio, um mineral fundamental para o equilíbrio da pressão arterial. Esse nutriente atua reduzindo os efeitos do sódio no organismo, ajudando a evitar a hipertensão. Além disso, a presença de fibras auxilia na diminuição dos níveis de colesterol ruim (LDL), favorecendo a circulação sanguínea e reduzindo o risco de doenças cardíacas. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), cerca de 40% dos adultos no Brasil têm um diagnóstico de colesterol alto, que aumenta o risco de infarto e acidente vascular cerebral (AVC).
O estudo “Cassava (Manihot esculenta) Brazilian cultivars have different chemical compositions, present prebiotic potential, and beneficial effects on the colonic microbiota of celiac individuals”, publicado em Food Research International, avaliou o efeito da mandioca na saúde intestinal de pessoas com doença celíaca.
Os resultados mostraram que a mandioca aumentou a presença de bactérias benéficas, como Bifidobacteriaceae e Lactobacillaceae, ao mesmo tempo em que reduziu grupos prejudiciais, como Lachnospirales e Bacteroidales. De forma simples, isso significa que a mandioca ajudou a fortalecer as “boas bactérias” do intestino e reduzir as “ruins”, promovendo equilíbrio intestinal em pessoas com doença celíaca.
A mandioca contém minerais importantes, como cálcio, fósforo e magnésio, que participam diretamente da formação e manutenção da estrutura dos ossos. O cálcio fortalece a densidade óssea, o fósforo contribui para a mineralização adequada e o magnésio ajuda na absorção e fixação desses nutrientes. Essa combinação favorece a prevenção de problemas como osteopenia e osteoporose, além de manter ossos e dentes mais resistentes.
Isso é importante principalmente porque, segundoo Ministério da Saúde, estima-se que 50% das mulheres e 20% dos homens com idade igual ou superior a 50 anos sofrerão com alguma fratura osteoporótica ao longo da vida.
Com cerca de 125 calorias a cada 100 gramas cozidas, a mandioca é um alimento altamente energético, ideal para quem precisa de disposição extra durante treinos e atividades de alta intensidade. Esse valor se deve principalmente ao seu alto teor de carboidratos, aproximadamente 30 g na mesma porção, que são absorvidos de forma gradual pelo organismo, fornecendo energia de longa duração.
Além disso, a mandioca contém fibras, potássio e magnésio, nutrientes que contribuem para o equilíbrio muscular e ajudam na reposição de eletrólitos perdidos pelo suor. Por essa combinação, o tubérculo pode ser uma alternativa natural ao arroz, ao pão ou à batata, tornando-se interessante tanto no pré-treino (como fonte de energia) quanto no pós-treino (para auxiliar na recuperação do glicogênio muscular).
De acordo com a Tabela Brasileira de Composição de Alimentos, da Universidade de São Paulo (USP) e da Food Research Center (FoRC), a mandioca cozida apresenta 11 mg de vitamina C por 100 g, o que corresponde a cerca de 15% das necessidades diárias de um adulto. Esse nutriente, por sua vez, auxilia na proteção imunológica, na síntese de colágeno e na ação antioxidante, contribuindo para a saúde.
Fonte: Portal EdiCase
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