36ª Bienal de SP terá programação com debates e iniciativa com realidade aumentada


Por Redação, O Estado de S. Paulo – 22/08/2025 15:26

A 36ª Bienal de São Paulo, com abertura marcada para 6 de setembro, divulgou novos detalhes sobre a programação desta edição, que tem como tema Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática.

O evento terá o programa público Conjugações, que vai consistir em uma série de debates, encontros, performances e ativações, que serão apresentadas no Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, ao longo dos quatro meses de duração da exposição.

As atividades envolverão instituições de vários lugares do mundo, de forma a explorar como elas “conjugam a noção de humanidade a partir de suas práticas cotidianas”.

Participam da programação as organizações 32º East (Kampala); Africa Design School (Cotonou); Afrotonizar (Salvador); Ajabu ajabu (Dar es Salaam); blaxTARLINES (Kumasi);Center for Art, Research and Alliances (CARA) (Nova York); Central Bank Museum (Port of Spain); Festa Literária das Periferias – FLUP (Rio de Janeiro); Fondation H (Antananarivo); Jatiwangi Art Factory (Jatiwangi); Kunsthochschule Weißensee (Berlim); Más Arte Más Acción (Chocó); Metro54 (Amsterdã); SAVVY Contemporary (Berlim); e Tanoto Art Foundation (Singapura).

Outro destaque desta edição será o projeto Aparições, uma iniciativa inédita na história da Bienal, desenvolvida em parceria com a plataforma WAVA e que vai usar tecnologia de realidade aumentada. Por meio de um aplicativo, os visitantes poderão acessar trabalhos de artistas participantes da edição em outros lugares do mundo, como as margens do Rio Congo ou a fronteira entre México e Estados Unidos.

“Uma das muitas formas de conjugar humanidade é criar encontros. A humanidade não é um substantivo abstrato, mas um verbo e uma prática em encontros, em palavras, em travessias. Tanto as Conjugações quanto as Aparições são sínteses desses encontros pelos quais humanidades podem ser formuladas: ao ativar redes e presenças em diferentes localizações, propomos uma Bienal em fluxo constante. Como os pássaros migratórios que inspiram nossa estratégia curatorial, essas ações cruzam territórios, carregando e coletando significados”, afirmou o curador geral Bonaventure Soh Bejeng Ndikung em comunicado oficial.

Andrea Pinheiro, presidente da Fundação Bienal de São Paulo, completou, também em comunicado oficial: “É uma alegria para a nossa gestão possibilitar que projetos inéditos sejam concebidos especialmente para esta edição da Bienal”.

Ao todo, a 36ª Bienal de São Paulo, com conceito criado pelo curador geral Bonaventure Soh Bejeng Ndikung, vai reunir 120 posições artísticas e deve receber cerca de 800 mil pessoas no período. A edição vai até janeiro, e a visitação é gratuita.



Por:Estadão Conteúdo

Estadão

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