A Campanha Nacional de Mobilização para o Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes - “Faça Bonito: Proteja nossas Crianças e Adolescentes" tem o dia 18 de maio como data marcante deste contexto, estabelecida pelo Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC), por meio da Resolução nº 236/2023.

A mobilização marca o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, instituído pela Lei Federal nº 9.970/2000, em memória ao caso da menina Araceli Crespo, de apenas 8 anos, que foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada em 18 de maio de 1973, em Vitória (ES). Em 2024, completam-se 51 anos desse episódio.

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Em Goianésia, na manhã desta sexta-feira, 17, foi realizada a 7ª edição da Caminhada do Dia Nacional do Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Organizada pelo Conselho Tutelar, em parceria com a Secretaria de Promoção Social, a caminhada teve início na Praça Dimas Carrilho, no Bairro Carrilho, com destino à Praça Laurentino Rodrigues, no centro da cidade, reunindo estudantes de várias escolas da cidade.

Em alusão à data, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) assinou portaria para reestruturação do formulário de registro de denúncia de violência contra crianças e adolescentes nos canais de atendimento do Disque 100. O serviço pode ser considerado como “pronto socorro” dos direitos humanos e atende graves situações de violações que acabaram de ocorrer ou que ainda estão em curso, acionando os órgãos competentes e possibilitando o flagrante.

O Disque 100 pode ser acionado por meio de ligação gratuita, WhatsApp - (61) 99611-0100, site da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos (ONDH), videochamada em Língua Brasileira de Sinais (Libras), aplicativo Direitos Humanos Brasil, e Telegram.

“São as nossas crianças e adolescentes que estão sendo vitimados. Então, nós temos o dever de lidar com todo e qualquer cenário de violação de direitos, porque essas crianças confiam na missão que nós temos o dever de empreender”, explicou Rita Oliveira, Secretária-executiva do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.