Divulgação/PCNessa sexta-feira, 21, após denúncia anônima de que havia duas irmãs gêmeas (17 anos), univitelinas, menores de idade, em cárcere privado e sendo exploradas sexualmente, a equipe da Delegacia de Polícia de Jaraguá compareceu em um estabelecimento comercial, às margens da BR-153, Setor Vila Colombo, em Jaraguá para averiguar a denúncia. A fachada do estabelecimento lembra a de um bar, todavia, nos fundos foram encontrados vários quartos com várias garotas, inclusive, as duas irmãs gêmeas, menores de idade.

Em conversa com as menores, elas afirmaram que estão no local há dois meses e que todos os dias fazem programa de cunho sexual. Também disseram que parte do dinheiro arrecadado pelos programas obrigatoriamente ficava com a dona do estabelecimento e que os programas eram feitos sempre nos quartos. Elas também afirmaram que eram proibidas de sair do local.  As menores informaram ainda que cada dia uma das moças tinha a obrigação de limpar todo o local e, caso recusasse, tinha que pagar uma multa de R$ 100 para a proprietária. Também foi informado que, se um cliente fosse embora por negativa de uma das moças, também seria cobrada a mesma multa.

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A proprietária do local, segundo as menores, também obrigava as garotas a comprar roupas e demais produtos somente dela. Diante dos fatos, foi dada voz de prisão para a proprietária do local, autuada em flagrante pelos crimes de cárcere privado qualificado, casa de prostituição e rufianismo. Em seguida, foi conduzida ao presídio à disposição do Poder Judiciário.



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