O presidente Jair Bolsonaro (PL) participou de um encontro com líderes evangélicos em são Paulo. No local, ele discursou e reclamou de ser “ameaçado de cadeia quando deixar o governo”.

“Por vezes me pergunto: quem sou eu para chegar onde cheguei? Isso não é da boca para fora. O pessoal sabe, quando anda comigo, quantas vezes eu falo: é muito mais fácil estar do outro lado, mas muito mais fácil, e não estar sendo ameaçado de cadeia quando deixar o governo”, disse Bolsonaro.

Ao longo da semana, jornalistas como Guilherme Amado, do Metrópoles, e Monica Bergamo, da Folha de S. Paulo, relataram que o presidente tem falado sobre o medo de ser preso, além de dizer que há uma conspiração para detê-lo, caso não seja eleito.

Nesta quinta-feira, 04, Bolsonaro usou o exemplo da ex-presidente da Bolívia Jeanine Añez, acusada de ter dado um golpe em Evo Morales. Ela foi condenada a 10 anos de prisão.

No evento, o presidente da República voltou a criticar o Tribunal Superior Eleitoral e dúvidas a lisura do processo eleitoral brasileiro. “Três do TSE acreditam piamente nas pesquisas do Datafolha. Eu estou fazendo a minha parte no tocante a isso, buscando impor, via Forças Armadas, que foram convidadas, a nós termos umas eleições transparentes”, disse.

O primeiro turno das eleições será realizado no dia 2 de outubro, um domingo. Já o segundo turno - caso necessário - será disputado no dia 30 de outubro, também um domingo.



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