Imagem: Divulgação/Polícia CivilNo final de tarde desta terça-feira, 05, a Polícia Civil de Goianésia, coordenada pelo delegado Murilo Leal Freire, delegado titular da Delegacia de Polícia local, com apoio de policiais civis lotados no GENARC - Grupo Especial de Repressão a Narcóticos, e na DEAM - Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher, tirou de circulação Marciel Santos, vulgarmente conhecido como "Cielzinho" e/ou "Capetinha", de 19 anos.

De acordo com a polícia, Marciel Santos é suspeito de envolvimento com crimes de homicídio, tráfico de drogas e armas de fogo na cidade. Ele foi detido em sua residência no Jardim Esperança, local que possuía circuito interno e externo de câmaras de vigilância e monitoramento.

Durante a operação foram encontrados e apreendidos em posse do suspeito quase 200 g de maconha, 160 g de cocaína, 150 g de crack, uma balança de precisão, R$ 232 em dinheiro, um revólver calibre 38 municiado com numeração raspada, 28 munições calibre 38 e 05 munições de calibre 45, além de uma bateria com ocorrência de furto. Todo material apreendido estavam escondidos em um mocó adaptado no interior do telhado do banheiro.

Diante do exposto, foi dada voz de prisão a Marciel, este, que segundo investigações, há dois anos teria participado em homicídios ocorridos em Goianésia e fugiu para Mato Grosso, sendo que logo foi preso na cidade de Nova Mutum suspeito de ter participado de um furto de armas de fogo e coletes balísticos a uma unidade da Polícia Militar local. Após conseguir liberdade, retornou para Goianésia com o objetivo de comercializar armas de fogo e drogas, assim como cometer homicídios contra pessoas envolvidas na morte de sua mãe e também de seus rivais no tráfico na região sul de Goianésia, para então retornar para Mato Grosso.

A polícia informou ainda que há pouco tempo um primo de Cielzinho foi preso pela Polícia Militar de Goianésia em posse de porções de drogas e de uma pistola calibre 45, sendo que o suspeito também mencionou que veio para Goianésia com objetivo de cometer homicídios.

Imagem: Divulgação/Polícia Civil