| Jornal Opção: Ritmo de Tancredo Neves impera em Goianésia |
| Qua, 15 de Fevereiro de 2012 09:01 |
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Goianésia tem a política mais curiosa de Goiás: seus principais políticos dizem que não querem ser candidatos a prefeito e preferem, quando instados a se posicionar, citar nomes do time reserva. Na verdade, se prevalecer a lógica política, se os partidos querem realmente eleger o próximo prefeito do município, o PMDB vai lançar o prefeito Gilberto Naves e o PSDB vai lançar o empresário e ex-prefeito Otavinho Lage. No entanto, como Goianésia, em termos políticos, pertence à matreirice de Minas Gerais, os nomes cotados são cotados tão-somente pelas raposas, como Gilberto e Otavinho, mas não pelos eleitores. Antônio Otoni, primo do deputado federal Rubens Otoni e do prefeito de Anápolis, Antonio Gomide, é apontado por Gilberto como uma alternativa viável. É um nome “sustentável”, para usar uma palavra da moda. Mas para derrotar quem? Se for Otavinho, não derrota. Há outro problema sério: a cúpula estadual não quer perder numa das principais e mais decisivas cidades do Vale do São Patrício. O ex-deputado Jalles Fontoura diz que o sociólogo José Mateus (PSDB) deve ser o candidato da oposição. Mas quem quer ser candidato é o ex-presidente da Câmara Ariosvaldo Gomes (PSD). O médico democrata Robson Tavares expõe seu nome para prefeito ou vice. O fato é que, se Gilberto for candidato, a família Lage, que manda na oposição, não vai lançar um amador. Um profissional, como Otavinho, Jalles ou Helio Sousa, deve ir para o sacrifício (qual?). O fato é que Gilberto só teme Otavinho e este só teme aquele. Sem Otavinho, Gilberto é imbatível e tem chance de ganhar do próprio empresário. Sem Gilberto, possivelmente a oposição leva, mesmo com um candidato neófito. Em termos estritamente políticos, Gilberto é uma raposa mais esperta do que Otavinho. Mas Otavinho tem uma coisa que falta a Gilberto, mesmo este sendo o prefeito: grana, muita grana. Ele está decidido a retomar o controle do município. Convém lembrar que, na eleição passada, Otavinho lançou um amador — que até hoje não virou político e permanece anônimo — e Gilberto ganhou com facilidade, mesmo gastando 20% do que gastou do candidato oficial. Fonte: Jornal Opção Comments: |










Comentários
E pelo menos nossos candidatos sao honestos!
vão escolher entre as melhores propostas e depois cobrar de quem for eleito.